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Game Review: The Unfinished Swan

por em 7 de junho de 2015
Avaliação do Editor
 
Jogabilidade
8.8

 
Gráfico
9.4

 
Modo Single Player
8.5

 
Modo Multiplayer
0.0

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8.9

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Hoje exploraremos a capacidade de percepção visual humana nesse jogo que entra para categoria de jogos artísticos. Hoje falaremos de The Unfinished Swan.

Desenvolvido pela Giand Sparrow com auxílio da já consagrada SCE Santa Monica Studio (God of War e The Order: 1886) e publicado pela gigante Sony Computer Entertainment, The Unfinished Swan é um jogo de aventura lançado em outubro de 2012 para PlayStation 3 e em outubro de 2014 para PlayStation 4 e PlayStation Vita, versão que possuo e joguei.

Visual + Jogabilidade

The Unfinished Swan - In Game

Trecho da primeira parte, já parcialmente pintada

Visual é o forte do jogo. O Visual desafia completamente a percepção dos olhos. Cada cenário explora sua percepção de uma forma diferente onde, no primeiro, temos um cenário completamente branco onde podemos arremessar bolas de tinta e encontrarmos nosso caminho através dos obstáculos. Mas cuidado, caso arremesse tinta demais, o cenário ficará completamente preto e a situação voltará à inicial, onde não é possível distinguir as formas. O mais indicado é pintar parcialmente o cenário. Dependendo da forma que ele for pintado, seu panorama mudará fortemente.

Mas não somente brancos são os cenários. Temos cenários em cores, já dentro do castelo, onde devemos utilizar as bolas, desta vez de água, para fazer crescer as vinhas e utilizá-las em nosso auxílio. Outro cenário é completamente escuro, onde nos utilizamos de algumas luzes para nosso auxílio.

Monumento do Rei, o criador de todo o reino, segurando seu pincel mágico.

Monumento do Rei, o criador de todo o reino, segurando seu pincel mágico.

Monroe é capaz de arremessar as esferas de tinta/água, utilizar mangueiras no caminho para um arremesso mais longo, pular e subir escadas. O jogo basicamente não apresenta inimigos e nossos desafios são a perspectiva limitada e os balões escondidos pelo cenário. Quando soltamos uma determinada quantidade de balões novos itens são liberados para Monroe, como uma mangueira a qualquer momento.

O destaque não fica apenas para o visual. Temos uma excelente seleção de músicas para o jogo. Todas originais e feitas especialmente para o título. Conforme fiz com Castlevania e Destiny, vejam um exemplo de música encontrada no jogo e deleitem-se:

História

A mãe de Monroe gostava muito de pintar. Mas, infelizmente, ela deixava as coisas inacabadas, assim como seus quadros. Quando ela morreu, tinha mais de 300 quadros e nenhum havia sido concluído. Monroe, ao ser levado ao orfanato, tem de escolher apenas um quadro para guardar. E ele escolhe a do Cisne, que era o favorito de sua mãe.

Uma bela noite, Monroe acorda e quando olha o quadro, o Cisne não estava mais lá e havia aparecido uma porta que nunca esteve lá. Monroe pega o pincel prata de sua mãe e entra pela porta. O que ele vê? Assim como sua mãe, a pessoa que fez esse mundo também não gostava de terminar as coisas. Bom, seu objetivo é encontrar o Cisne e voltar para a cama para continuar seu sono.

Custo/Benefício

Devo admitir que apesar das qualidades do jogo, os R$30,99 cobrados pela PSN soam um pouco salgado considerando o tempo de campanha de aproximadamente 4 horas. Mas caso você o tenha pego de forma gratuita com PSN+ ou não se incomoda com o preço, saiba que é um excelente e único jogo.

Minha nota para o jogo é 8,9.