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Crítica – O Mistério do Relógio na Parede

por em 20 de setembro de 2018
Detalhes
 
Ano de lançamento

2018

Título original

The House With a Clock in its Walls

Duração

1h46

Roteiro

Eric Kripke

Positivos

Boas atuações
Boa história
Efeitos especiais

Negativos

Falta de direcionamento do público-alvo
Pouca magia durante o filme

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O Mistério do Relógio na Parede é um filme de ficção infantil de magia que se passa nos anos 50, causando uma nostalgia e uma vontade de voltar a ser criança. O longa foi inspirado nos livros do famoso autor norte-americano John Bellairs e é baseado em um dos livros da Coleção Aventuras de Lewis Barnavelt.

Sobre o Filme

A história conta sobre o jovem Lewis Barnavelt (Owen Vaccaro), que tornou-se órfão depois de seus pais sofrerem um acidente de carro, tendo que mudar de vida e ir morar com o seu tio Jonathan (Jack Black) em Michigan.

Lewis descobre que seu tio é um cara excêntrico e que mora num casarão com uma decoração peculiar, digno de filme de terror, que possui como vizinha a Sra. Zimmerman (Cate Blanchett).

Na escola descobre que a casa onde reside é mal assombrada. Ao ir dormir no meio da noite, escuta barulhos esquisitos vindo da mesma. Em busca de respostas, Lewis descobre que seu tio é um feiticeiro e a partir disso surgem novas aventuras na vida do jovem.

Sobre o Elenco

Jack Black foi perfeito para o papel, com seu carisma e bom humor, interpretou o feiticeiro com excelência, usando bastante de suas caras e bocas e sempre dosando para não extrapolar na comédia.

É muito legal ver a diversidade de papéis da atriz Cate Blanchett, que sempre atua bem. Ela era a parte racional do trio, com uma aura muito calma mesmo tendo um passado triste. Era possível ver que se divertia muito atuando como parceira do ator Jack Black.

Owen Vaccaro, por ser criança atuou no seu possível, transmitindo bem seus sentimentos e o que a falta dos seus pais causaram em sua vida, em momentos cruciais que resultaram em escolhas ruins.

Considerações Finais

O filme possui vários elementos de horror que me deixaram intrigada em relação ao público-alvo, como a utilização de brinquedos bizarros, resultado do trabalho do escritor Eric Kripk, criador de Supernatural.

Poderiam ter abusado mais da magia, como vemos em Harry Potter. Em muitos momentos do filme pensamos que poderia ter sido usada mas foi deixada de lado.

Não sei ao certo se o filme tem força o suficiente, mas a gente sempre espera que o público aceite bem o filme a ponto de terem as continuações da trilogia.

Trailer