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Crítica: Missão: Impossível – Efeito Fallout

por em 2 de agosto de 2018
Detalhes
 
Ano de lançamento

2018

Título original

Mission: Impossible - Fallout

Duração

147 minutos

Roteiro

Christopher McQuarrie

Positivos

+ Elenco;
+ Roteiro;
+ Efeitos Visuais;
+ Trilha Sonora;
+ Fotografia;
+ Bigode do Henry Cavill.

Negativos

- Sem pontos negativos.

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Sinopse
 

Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua equipe do IMF (Alec Baldwin, Simon Pegg, Ving Rhames), na companhia de aliados conhecidos (Rebecca Ferguson, Michelle Monaghan), estão em uma corrida contra o tempo depois que uma missão dá errado.

 

“Missão: Impossível – Efeito Fallout” foi, talvez, um dos filmes mais comentados do último. O principal motivo de tanta expectativa não está apenas no filme, mas no polêmico bigode do ator Henry Cavill, que necessitou removê-lo digitalmente nas refilmagens de “Liga da Justiça,  para que o seu personagem em “Efeito Fallout” não ficasse sem o bigode. E afinal de contas, o bigode faz a diferença? Acredite, faz!

Estreando 3 anos após o anterior, o filme possui o menor intervalo de tempo entre os lançamentos da franquia. O que se faz necessário, pois diferente de todos os outros que apresentam episódios isolados, este possui uma ligação direta com “Nação Secreta”, fazendo dele também a conclusão de um arco que se iniciou em “Missão: Impossível 3”. “Efeito Fallout” é o “Spectrum” da espionagem americana.

Nesta sequência, acompanhamos os eventos e as consequências da captura do terrorista Solomon Lane (Sean Harris). Seus seguidores fanáticos, intitulados de “Apóstolos”, agora estão em busca do “Plutônio”, um elemento poderoso o suficiente para dizimar grandes capitais mundiais. Quando Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua equipe falha na busca pelo elemento, a IMF é obrigada a trabalhar em parceria com a CIA para restaurar a paz mundial. É dessa parceria com a CIA que conhecemos o agente Walker, personagem de Henry Cavill. Desde as primeiras cenas, o ator mostra a que veio, apresentando algo completamente diferente das suas atuações. A presença do bigode se faz necessário ao distanciar a imagem de Cavill do “bom moço” Superman, dando lugar a uma atuação mais marcante e mostrando todo seu potencial nas cenas de ação.

O diretor e roteirista Christopher McQuarrie acerta em entregar elementos óbvios, mas com uma série de “plot twists” para conseguir surpreender o público. Não é exagero admitir que o grande forte do filme está nas cenas de ação, destacando uma sequência inteira de quase 40 minutos em Paris e até as cenas finais, onde acompanhamos o resultado do trabalho de Cruise e Cavill para realizá-las sem dublês. É de tirar o folego!

A franquia já contava com alguns nomes como Simon Pegg e Rebecca Ferguson. Porém, estes agora fazem parte do grande escalão hollywoodiano, o que abrilhanta ainda mais o elenco. Além da fotografia, que explora de forma completamente diferente os pontos turísticos de cidades mundialmente famosas, a trilha sonora chega dominando como nunca. É possível comparar a tensão de suas faixas com algumas das faixas compostas por Hans Zimmer para a trilogia “O Cavaleiro das Trevas”.

Por fim, “Efeito Fallout” chega aos cinemas não apenas entregando o seu melhor filme, mas fortalecendo a franquia e mostrando que veio para ficar, como uma série tão amada e respeitada como os do seu concorrente britânico: Bond, James Bond.