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Crítica: Animais Fantásticos E Onde Habitam

por em 16 de novembro de 2016
Detalhes
 
Ano de lançamento

2016

Título original

Fantastic Beasts and Where to Find Them

Duração

133 minutos

Roteiro

J. K. Rowling

Positivos

Elenco muito bem escalado, com destaque para Eddie Redmanye, Colin Farrell e Ezra Miller.

Negativos

Roteiro um tanto quanto simples e previsível.

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Sinopse
 

Um bom entretenimento, capaz de fazer os espectadores mais velhos relembrarem da infância e adolescência esperando pelos livros e filmes da saga.

 

Uma agradável surpresa capaz de deixar até mesmo o Potterhead mais fanático com um largo sorriso no rosto. Assim é Animais Fantásticos e Onde Habitam, filme que estreia nos cinemas nesta quinta-feira, 17 de novembro.

Estrelado pelo incrivelmente carismático Eddie Redmanye e por Colin Farrell, o filme conta a história de Newt Scamander, um ex-aluno de Hogwarts que se dedica ao trato de criaturas mágicas. Se esse nome é familiar, isso se deve ao fato de que Scamander é o autor do livro didático “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, utilizado pelos alunos da mais famosa escola de magia durante a saga de Harry Potter. O personagem é visto no filme usando um cachecol de sua casa, a Lufa-Lufa, sendo que esse não é o único Easter Egg presente neste filme, que nos leva de volta ao mundo mágico com maestria.

A história

Recém chegado a Nova York, Newt Scamander traz consigo algumas criaturas mágicas, que moram dentro de sua mala encantada. O problema é que a criação dessas criaturas é proibida nos Estados Unidos dos anos 20  Como se isso não fosse suficiente, ele ainda acaba deixando algumas delas escaparem, trazendo caos à metrópole.

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Para ajudá-lo na missão de recuperar seus animais, Newt conta com Jacob Kowalski (Dan Fogler), um no-maj (como os trouxas são chamados nos Estados Unidos); Tina Goldstein (Katherine Waterson), uma funcionária da MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América, em inglês, Magical Congress of USA) que quer recuperar seu status de aurora e Queenie (Alison Sudol), a irmã legilmente de Tina. Contudo, eles devem recuperá-los antes do chefe de Tina, Percival Graves (Colin Farrell), um personagem deveras interessante e com motivações ocultas.




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Mary Lou (Samantha Morton), Chastity (Jenn Murray), Modesty (Faith Wood-Blagrove) e Credence (Ezra Miller) são integrantes da família Barebone, família no-maj um tanto quanto diferente das demais, por assim dizer.

Diferenças Potterianas

Assim como existem diferenças entre o inglês britânico e o inglês americano, com os termos mágicos não poderia ser diferente. O que mais chama a atenção é o “no-maj”, utilizado para descrever humanos não pertencentes à comunidade mágica. Por todos os oito filmes e sete livros, nos familiarizamos com o termo “trouxa” (muggle no original), o que pode causar um pouco de estranheza a princípio.

Outra coisa que vale a pena mencionar são os novos feitiços utilizados como “Revelio”. Esse feitiço trás uma reviravolta um tanto quanto… verde e prata.

Polêmicas

Muito se falou sobre a escalação de Johnny Depp como Grindewald, principalmente por ter sido após a denúncia de agressão por parte sua ex-mulher, a também atriz Amber Heard. Essa polêmica já fez com que algumas pessoas boicotassem a série. Assistindo ao filme, entende-se por quê trocar o ator seria algo no mínimo difícil.

Considerações finais

O filme tem um roteiro fraco, mas o ator principal tem o carisma necessário para levar o filme, apesar dos pesares. Redmanye está divino como o atrapalhado protagonista, trazendo muito orgulho para todos os Lufa-Lufas mundo afora.

O filme vale o ingresso e deve ser assistido em 3D. Não se preocupe em ficar depois dos créditos. Tudo o que você precisa saber já é mostrado no filme em si. 😉

Colaboraram com esse post os editores João Pedro Pereira e Álvaro Caetano.